01/11/2017

Oficina gratuita de Teatro reúne cerca de 30 holambrenses

Aquecimento vocal, preparação corporal, orientações para montagem de um espetáculo, realização de esquete. Estas foram algumas das atividades desenvolvidas nessa terça-feira, 31 de outubro, durante a oficina de vivência teatral realizada no Centro de Cultura e Eventos pelo Governo do Estado de São Paulo com patrocínio da Harald Chocolates e apoio Cultural da FMC e da Prefeitura de Holambra.

A professora da rede municipal Daniela Elena Costella Silva participou da atividade com outras profissionais que concluíram recentemente o curso “A arte de contar histórias”, idealizado e ministrado por educadoras da cidade. A capacitação faz parte de um projeto criado no ano passado para incentivar o interesse de crianças e jovens pela leitura. Ela acredita que a oficina teatral vai contribuir com o trabalho e ajudá-la com os alunos na classe.

“Eu vim adquirir novas experiências, até mesmo postura de como contar histórias para levar o conhecimento adquirido aqui para dentro da sala de aula”, disse. “É um incentivo bem significativo”. A colega de trabalho de Daniela, Nilcelina Ribeiro, também da escola municipal Joaquim Felipe de Almeida, concorda: “a experiência aqui vai ajudar na forma de falar, de nos expressar”.

Quem coordenou a oficina foi Jorge Fantini, fundador da companhia teatral campineira Sia Santa. “A gente passa aqui, através de brincadeiras e jogos, uma proposta motivacional”, disse. “Motivar a ser humano, gente, a viver, a curtir como eu curto, passar um pouquinho de algo diferente, sair da ‘mesmice’, mostrar que fazer teatro é muito bom”. Cerca de 30 pessoas prestigiaram a aula.

A aposentada Oneida Passos também participou da oficina. Ela veio de São Bernardo do Campo há cerca de um ano morar em Holambra com a filha e sempre participa das atividades oferecidas pelo município. “Minha vontade é sempre me integrar com o pessoal, fazer amizades, tô circulando”, contou.

Ela chegou a fazer um curso nesta área antes de vir para cá, mas precisou parar por causa do valor alto e da distância da casa dela. “Aqui eu desço a ciclovia e tô na minha casa. Melhor oportunidade, impossível. O social é importante. Para a gente é só acréscimo. Tudo o que vier nesse sentido é bem-vindo”, finaliza.

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